Giverny: os jardins de Monet

Ah, os Jardins de Monet!!

A primeira vez que eu soube que os famosos jardins de Monet ainda existem e são abertos à visitação foi através do livro “Linéa nos Jardins de Monet”, que minha mãe deu para Clarinha. Esse livro infantil francês foi traduzido pra diversas línguas, inclusive para o português. Ele conta a história de uma menininha, Linéa, que é fã do pintor impressionista e resolve viajar para Paris para, então, visitar os jardins de Monet, que ficam na cidade de Giverny. O livro conta toda a sua visita à casa onde Monet morou por 43 anos (e a seus jardins!).

 

Das outras duas vezes em que estivemos em Paris com a Clarinha, planejávamos visitar Giverny, mas não conseguimos por falta de organização. Dessa vez, resolvemos nos planejar com antecedência, e conseguimos. Ainda bem, pois é um passeio lindo, agradável, e Clarinha adorou ver os cenários do seu livro!

 

Giverny é uma cidade francesa na região administrativa da Alta-Normandia. Nela, fica a Fundação Monet, que administra a Casa e os jardins de Claude Monet que inspiraram tantas obras do artista.

O acesso à cidade é tranquilo. Partindo de Paris, da estação da Gare de St Lazare, pega-se o RER até Vernon e de lá há saídas de ônibus até Giverny, ou pode-se ainda realizar-se esse trecho de taxi, a pé ou até de bicicleta. Nós optamos por alugar um carro em Paris por dois dias, para irmos como mais comodidade (e bem mais rápido) para o Parc Astérix e para Giverny, um em cada dia. Foi bem fácil chegar usando o Waze e o Google Maps. Mas vale atentar para os horários de trânsito, pois passa-se por uma periferia bem conturbada de Paris.

No site oficial da Fundação Monet é possível planejar com cuidado a visita, consultando as formas de acesso, o calendário, as tarifas e até a previsão do tempo, entre várias outras informações. Vale à pena explorar o site.

Os jardins costumam ficar abertos de março a novembro, não abrindo no inverno. Portanto, atenção às datas da viagem! O horário é de 9h30 às 18h00 (última admissão às 17h30).

Existem alguns pacotes de ingressos, como junto ao Musée Marmottan Monet, Musée des Impressionismes e Musée de l’Orangerie, que só podem ser adquiridos no local. Crianças até 7 anos não pagam, e crianças de 7 a 12 anos pagam uma tarifa reduzida. Em 2017, o valor dos ingressos apenas para a Casa e os Jardins de Monet era de 9,50 euros para os adultos, 5,50 euros para crianças com mais de 7 anos e estudantes e 4 euros para portadores de necessidades especiais.

Fomos em uma quinta-feira. Sempre que possível, tentamos fazer os programas mais turísticos durante a semana. Chegando em Giverny, procuramos por estacionamentos pelo Google Maps. Mas havia sinalização e foi bem fácil parar em um estacionamento gratuito. Só a cidade já vale a visita. Linda, linda, linda! Bem simples e pequenininha. Me deu pena de não ter alugado bicicleta pra passear por lá.

Do estacionamento até a casa anda-se um pouquinho (tudo bem sinalizado e cheio de visitantes. Levamos nosso carrinho trambolho.

 

Chegando na porta, vimos um estacionamento vazio bem em frente. Mas não sei se o acesso era fácil e nem se era permitido.

Como já estava na hora de as meninas almoçarem (sim, nos enrolamos pra sair, pegamos trânsito, elas almoçam cedo…), resolvemos parar no restaurante em frente à entrada. Ficamos meio receosos, porque esses costumam ser caros e turísticos (os sousplats eram de quadros do Monet), com comida mais ou menos. Mas demos uma olhada e tinha várias mesas grandes de franceses, a comida com uma cara ótima. E fomos. A comida das meninas nós havíamos levado, como sempre, e aproveitamos para almoçarmos também. Ainda era cedo, por volta de 11:30, mas ficamos com medo de a visita ser longa, ficarmos com fome e acabarmos apressando tudo. Pedimos pratos quentes e saladas, e a comida era bem gostosa e com preço honesto, em um ambiente bem agradável.

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Restaurante em frente à entrada do museu.

 

A entrada do museu foi rápida e sem fila, apesar de termos comprado na hora. Fomos com nosso carrinho-trambolho, e havia um pequeno lance de escadas para descer. Descer nem foi o problema, mas quase não conseguimos entrar, porque o carrinho é largo e a porta é estreita.

 

A visitação começa pelos jardins e segue pela casa onde Monet viveu (para entrar na casa, deixamos o carrinho estacionado do lado de fora. Estava bem cheio, mas é possível visitar tudo com calma. É tudo muito muito muito interessante!

 

 

A visita continua pela segunda parte do jardim, onde ficam os lagos das ninfeias e as pontes japonesas. Essa parte do jardim fica do outro lado de uma rua. Para atravessar, o público passa por uma passagem subterrânea, descendo e subindo escadas. Para cadeirantes e carrinhos, pode-se chamar um funcionário, e ele abre um portão que permite atravessar a rua sem ter que descer e subir escadas.

 

A outra parte do jardim é deslumbrante! E fazer a visita sendo “guiada” pelo livro da Linéia foi muito divertido para Clarinha!

 

No final, a loja de lembrancinhas é gigantesca. Tem uma enorme variedade de lembrancinhas com os temas das obras de Monet, além de livros de arte e livros infantis. Um bom lugar para comprar lembrancinhas bonitas e baratas.

Na volta, pegamos bastante trânsito, pois era a hora do rush. Se possível, vale tentar calcular para evitar esse stress.

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